terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
CANGAÇO - BIBLIOGRAFIA COMENTADA
Sinopse:
A vastíssima bibliografia sobre cangaço assusta quem deverá rastrear toda uma produção inspirada nos gêneros biográfico, crônica, reportagens, ficção, contos, romances, cordel, memória, história oral, novelas, roteiros, iconografia e filmoteca. Melquíades tem a mais completa biblioteca sobre o cangaço a que alguém possa ter acesso na hora da redação de qualquer trabalho científico sobre o tema.
A vastíssima bibliografia sobre cangaço assusta quem deverá rastrear toda uma produção inspirada nos gêneros biográfico, crônica, reportagens, ficção, contos, romances, cordel, memória, história oral, novelas, roteiros, iconografia e filmoteca. Melquíades tem a mais completa biblioteca sobre o cangaço a que alguém possa ter acesso na hora da redação de qualquer trabalho científico sobre o tema.
(...) Timidamente, para um círculo
de pesquisadores dos fenômenos do cangaço, Melquíades foi publicando as fichas
de cada material de sua coleção, com o título "Bibliografia Comentada do
Cangaço", até organizar este magnífico guia de fontes, que resolveu
nominar como "Cangaço: uma ampla bibliografia comentada".
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Nesta edição de luxo com
capa dura e papel especial, estão incluídos os Volumes: I - II - III - IV e V da
série "Bibliografia Comentada do Cangaço", mais o volume VI, inédito.
Portanto são (6 em 1) que somam 392 páginas. Com peso de 1,2 kg. Adquira
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Fonte: Lampião Aceso
sexta-feira, 6 de julho de 2012
DELEGADO ARCHIMEDES CONTRA O MATA SETE
No dia 02 de junho de 2012,
estive participando do lançamento do livro “Lampião Contra o Mata Sete”, do
delegado Archimedes Marques, na capital sergipana.
Evento bastante esperado, acabou
confirmando as melhores expectativas pelo grande número de afeiçoados pelas
coisas nordestinas, as lides cangaceiras de outros tempos, que ali compareceram
para prestigiar o autor. E também saborear comidas típicas do ciclo junino.
Voltei com o belo exemplar
debaixo do braço e muito agradecido pelo que pude presenciar. Numa roda à parte
dos convidados estava a nata pesquisadora, entusiasta e escritora sobre a saga
do cangaço. Pessoas que acompanham eventos cangacistas onde eles ocorram.
Mesmo adoentado, Alcino Alves
Costa, escritor sertanejo de renome nacional, proseava com o também escritor
João de Sousa Lima, um pauloafonsino que leva a vida nos passos de Maria Bonita
e do Capitão. E para surpresa maior ali também estava o verdadeiro mecenas da
literatura nordestina, o Francisco Pereira Lima, mais conhecido como Prof.
Pereira.
Aliás, diz o cartão de visitas do
Prof. Pereira que o mesmo é especialista em livros do cangaço, movimentos
messiânicos, coronelismo e temas afins. Mas é muito mais, pois responsável pela
publicação e reedição de importantes obras sobre tais temas, e que somente
através dele puderam chegar ao conhecimento dos pesquisadores e novos leitores.
Pois bem, enquanto Alcino, João
de Sousa Lima e Prof. Pereira proseavam sobre as trilhas lampeônicas e outras
trilhas da história, o delegado e escritor Archimedes Marques autografava
livros mais adiante. Aproximei-me com exemplar à mão e logo o mesmo repetia
sobre o meu nome também estar constando nas referências bibliográficas, através
de artigos e crônicas que subsidiaram a obra.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
CANGAÇO EM DEBATE NA CELEBRAÇÃO DAS CULTURAS DOS SERTÕES
O cangaço foi tema de um debate
concorrido e caloroso, com questões sobre as intenções, táticas e estratégias
dos cangaceiros. Na última segunda-feira (7), dia de abertura do I Encontro de
Estudos das Culturas dos Sertões, evento integrante da Celebração das Culturas
dos Sertões, em Feira de Santana, a sessão de convidados teve como tema “Fatos
e Casos do Cangaço”. “Ainda há muita pesquisa a ser feita sobre a história e
culturas dos sertões, momentos de discussões como essa provam isto”, disse um
dos coordenadores do Encontro, o historiador e pesquisador da Universidade do
Estado da Bahia (Uneb), Roberto Dantas, que destacou ainda a qualidade dos
trabalhos apresentados e a paixão com que os temas foram debatidos.
A mesa de abertura do Encontro foi
composta pelos pesquisadores Bráulio Tavares e Alexei Bueno e contou com a
participação do secretário de Cultura do Estado da Bahia, Albino Rubim. Juntos,
eles deram início ao primeiro encontro reunindo pesquisadores e estudantes com
temática específica sobre o sertão, que acontece até amanhã, terça-feira,
dividido entre sessão de convidados e sessão de comunicações, esta, coordenada
por Alberto Freire, que recebeu 42 trabalhos, dentro os quais 15 foram
selecionados.
Ainda nesse dia aconteceram a
Oficina de Xilogravura, ministrada por José Luis Natividade, a reapresentação
do espetáculo teatral “Eh Boi”, a exibição do longa “O Dragão da Maldade Contra
o Santo Guerreiro”, de Glauber Rocha, e o espetáculo de fantoches “Universo
Sertanejo”.
Neta de Lampião
Vera Ferreira, pesquisadora e neta
de Lampião e Maria Bonita, uma das convidadas do evento, apontou a dificuldade
de pesquisar o cangaço por causa da inconfiabilidade com as fontes. “Eu tenho
jornais de cinco estados diferentes, na mesma data, relatando que meu avô se
encontrava lá. Essas desinformações acabam sendo armadilhas para os
pesquisadores. Eu não quero mudar a história de Lampião, o que quero é que ela
seja contada com seriedade”, disse Vera.
Para a pesquisadora Luitgarde
Barros, o cangaço serviu a classe dominante do país. “A ciência, a arte e a
história são criações ideológicas. Com o cangaço não foi diferente. O cangaço
foi o neoliberalismo possível da sociedade agrária brasileira da época”, disse
a pesquisadora. A mesa cedeu espaço ao público, que questionou os pontos de
vista e participou ativamente do debate.
Sertão musical e contemporâneo
A noite deste segundo dia de evento
foi dedicada à música. Mas não à música tradicional. Os artistas e grupos que
se apresentaram no Centro de Cultura Amélio Amorim misturaram referências,
cordel com pop, rock com ciranda, maracatu com clássico, juntando acordeons com
violoncelo, viola com alfaia em belíssimas performances.
Maviael Melo abriu a noite com uma
apresentação recheada de poesia e causos do sertão, com referências ao cordel,
mostrando as canções que já lhe renderam premiações em festivais. Já o grupo
Sertanília, que praticamente lotou o cine-teatro, fez um espetáculo empolgante,
com uma música essencialmente brasileira, baseada na mistura, com canções que
trouxeram como referência obras como “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães
Rosas. Ambos, Maviael e Sertanília, fizeram desta uma noite alegre, cheia de
público jovem, que mostrou o quanto atual e contemporâneo também é o sertão.
Fonte: SECULT
terça-feira, 27 de março de 2012
HOJE TEM LEITURA DRAMÁTICA
Hoje, Dia Mundial do Teatro, estaremos lendo "A Casa de Santinha". Esta peça, inédita, também será lançada em livro no mês de abril. Quem estiver pelo território e quiser comparecer, será às 19h00, na Academia de Letras de Ilhéus.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
QUANDO VOCÊ SE EMBRENHA PELA CAATINGA...
Minha mãe dizia que o pai do meu pai tinha sido cangaceiro. Não sei se ela dizia para meter medo em mim e em meus irmãos ou se era mesmo verdade. O certo é que eu fiquei com aquilo na cabeça e a história do cangaço e seus homens me perseguiram. Esta admiração pelas histórias de Virgulino e seus cabras me fizeram criar um projeto que nasceu em 1994, quando montei "Lampião", de Raquel de Queiroz; em seguida, em 2002, concebi e dirigi "Arapuca - tragédia sertaneja", também sobre o cangaço. E por fim, em 2008, estreiamos "Cangaço", que narra a trajetória dos últimos dias de Lampião até a fatídica manhã de 28 de julho de 1938.
Ficamos dois anos em cartaz com "Cangaço", ganhamos três prêmios e fizemos mais de trinta apresentações. Quando pensei que já havia encerrado o ciclo sobre Lampião, eis que escrevo "A Casa de Santinha", texto que narra a vida de Maria Bonita até o dia em que ela foi embora com Lampião. Não sei se montarei algum dia. Talvez, quem sabe.
O fato é que quando você se embrenha pela caatinga, bebe na caneca, arranca os espinhos da pantorrilha e sente o sol escaldante arder o lombo, dificilmente esquece a história deste movimento. É, Santinha, quem sabe um dia a gente se encontre atrás da ribalta.
sexta-feira, 25 de março de 2011
SEMINÁRIO DE MARIA BONITA
Acompanhe os flases da participação do Grupo Teatro Total até ontem, dia 24 de março, no Seminário Internacional de Maria Bonita. Pawlo Cidade (diretor) e Romário Góes (ator) caminharam pela trilha de Angicos, visitaram Piranhas-AL, Canindè do São Francisco-SE e em Paulo Afonso, na Bahia.
Casa do coiteiro Pedro Cândido
Pawlo e Romário na trilha de Angicos
Piranhas - Alagoas
Doces curiosos em Poço Redondo - Sergipe
Romário na pedra em que Virgulino morreu
Pawlo Cidade
Kiko Monteiro, amigo do blog Lampião Aceso
Manoel Severo, amigo do Cariri Cangaço
João de Souza Lima (historiador de Paulo Afonso e Pawlo Cidade
Romário Góes, em Piranhas. Ao fundo a ponte que divide o estado de Sergipe
Abertura das discussões em Piranha, Alagoas
Travessia do Rio São Francisco
Pawlo e Romário na Casa do coiteiro Pedro Cândido
terça-feira, 1 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
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