Flashes pela lente de Viviane Siqueira durante a apresentação de Aporá, no Mercado Municipal (exótico). O espetáculo foi mais que intimista. O público, a menos de um metro dos atores, não arredou o pé até a morte dos cangaceiros.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
APORÁ, A CIDADE QUE FUGIU DE LAMPIÃO
Ensaio Aberto no Mercado enquanto montavamos som, cenário e luz
Igreja centenária matriz
Entrevista na Rádio Acajutiba
Pawlo e o Secretário de Educação Antonio Abel
Estudantes no bate-papo sobre teatro
Estamos em Aporá. A estrada até esta pequena cidade de quase 18.000 habitantes é só poeira. Daqui a pouco iremos fazer uma apresentação no Mercado Municipal. Já tivemos uma oficina sobre o processo de montagem da peça com alguns estudantes da rede municipal de ensino. O almoço foi maravilha. Aporá não foi visitada por Lampião, mas ele esteve perto, em Olindina, a 60 km do município. Na época, apenas o Coronel Francelino e uns poucos jagunços permaneceram na cidade. Lampião mandou um recado ao coronel: "Diga ao coroné que não vou em Aporá porque ele não tem riqueza, nem posse. Num me serve!" E foi-se embora.
O povo de Aporá é hospitaleiro. O Secretário Antônio Abel deu uma grande força a equipe. Ainda deu tempo de ir na cidade vizinha dar uma entrevista na Rádio Acajutiba FM e de fazer um ensaio aberto para a comunidade.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
DIA 03 COMEÇA A TRILHA
Companheiros cangaceiros, perto das 5 da manhã iremos dar início a Trilha. Irei postar diariamente nossa empreitada. Espero que a correria permita isso. Obrigado à todos vocês que nos visitam.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
NA TRILHA DE LAMPIÃO

A descentralização dos recursos do Estado, voltando sua atenção para as companhias, grupos e artistas independentes do interior, bem como a política de Editais proposta têm contribuído enormemente para o fortalecimento da arte e da cultura em toda a Bahia.
Prova disso é “Cangaço”. Espetáculo premiado inicialmente pelo Edital Manoel Lopes Pontes de Apoio a Montagem de Teatro no Estado da Bahia, em 2008, e agora pelo Edital Jurema Penna de Apoio à Circulação de Espetáculos de Teatro 2009 da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
Nossa circulação pelo agreste baiano inicia-se em Aporá, dia 03/11, cidade distante do nosso município mais de 500 km. A pequena cidade de pouco mais de dezessete mil habitantes faz limite, ao norte com o município de Crisópolis, ao sul e a oeste com o município de Inhambupe, a leste com o município de Esplanada, a nordeste com o município de Acajutiba, a noroeste com o município de Olindina e a sudeste com o município de Entre Rios. Lampião não chegou a entrar em Aporá, mas esteve bem perto na cidade de Castro Alves – que na época era conhecida como a capital do fumo. Provocando enorme alvoroço entre a população.
A segunda cidade a ser visitada pelo espetáculo é Monte Santo – “a cidade que abastecia Lampião”, no dia 04/11. Havia um depósito de peles de caprinos que eram, de tempos em tempos, enviadas pelo responsável, Salustiano de Andrade, para a Pedra de Delmiro, em Alagoas, para processamento e exportação para a Europa. Dona Maria Corrêa, mais conhecida como Maria do Lúcio, exercia a profissão de parteira e declarou-nos que, quando jovem, conheceu Virgulino Ferreira durante uma de suas visitas ao depósito de peles.
A terceira cidade: Queimadas, “a terra do massacre policial”, será no dia 05/11. Lampião chegou à cidade às 15:30 horas do dia 22 de Dezembro de 1929, aproximadamente. Lampião prendeu o oficial de justiça Alvarino, prosseguindo com seu assalto chegou a Rua de Baixo ( atualmente Praça Cel. Francisco Lantyer ), cindiu em duas alas; uma surgiu sob comando de Mariano, para tomar a estação da estrada-de -ferro, onde prendeu os funcionários, que encontrou e arrebentou o telegráfo, cortando a possibilidade de qualquer comunicação para com as outras localidades. A outra ala seguiu para à Rua de Cima ( atual Praça da Bandeira ) chegando ao velho Quartel e o cangaceiro líder daquela ala assassinou sete soldados que estavam de plantão.
Valente, “a cidade que passou a noite acordada esperando Lampião”, será o quarto município da turnê no dia 06/11. Na noite em que Lampião invadiu Queimadas, aterrorizando toda a população, um mensageiro chegou em Valente avisando que Virgulino estaria a caminho da cidade. Muitos moradores fugiram para o mato, outros se trancaram em suas casas e não dormiram naquela noite esperando Lampião chegar.
Por fim, Jacobina, no dia 07/11, a cidade que Lampião, “estrategista cheio de artes e manhas, se livrou de cair em arapuca perigosa e de ser pego pelas forças do governo quando se recusou a descer as serras que cercam Jacobina. Temia que, mergulhando nessas profundezas abissais, ficasse vulnerável aos inimigos”, afirma o jornalista Rogério Menezes.
Esta é nossa segunda turnê, desde a estreia em 09 de abril de 2009, graças ao apoio financeiro da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundo de Cultura, Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, Secretaria da Fazenda, Governo da Bahia.
Prova disso é “Cangaço”. Espetáculo premiado inicialmente pelo Edital Manoel Lopes Pontes de Apoio a Montagem de Teatro no Estado da Bahia, em 2008, e agora pelo Edital Jurema Penna de Apoio à Circulação de Espetáculos de Teatro 2009 da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.
Nossa circulação pelo agreste baiano inicia-se em Aporá, dia 03/11, cidade distante do nosso município mais de 500 km. A pequena cidade de pouco mais de dezessete mil habitantes faz limite, ao norte com o município de Crisópolis, ao sul e a oeste com o município de Inhambupe, a leste com o município de Esplanada, a nordeste com o município de Acajutiba, a noroeste com o município de Olindina e a sudeste com o município de Entre Rios. Lampião não chegou a entrar em Aporá, mas esteve bem perto na cidade de Castro Alves – que na época era conhecida como a capital do fumo. Provocando enorme alvoroço entre a população.
A segunda cidade a ser visitada pelo espetáculo é Monte Santo – “a cidade que abastecia Lampião”, no dia 04/11. Havia um depósito de peles de caprinos que eram, de tempos em tempos, enviadas pelo responsável, Salustiano de Andrade, para a Pedra de Delmiro, em Alagoas, para processamento e exportação para a Europa. Dona Maria Corrêa, mais conhecida como Maria do Lúcio, exercia a profissão de parteira e declarou-nos que, quando jovem, conheceu Virgulino Ferreira durante uma de suas visitas ao depósito de peles.
A terceira cidade: Queimadas, “a terra do massacre policial”, será no dia 05/11. Lampião chegou à cidade às 15:30 horas do dia 22 de Dezembro de 1929, aproximadamente. Lampião prendeu o oficial de justiça Alvarino, prosseguindo com seu assalto chegou a Rua de Baixo ( atualmente Praça Cel. Francisco Lantyer ), cindiu em duas alas; uma surgiu sob comando de Mariano, para tomar a estação da estrada-de -ferro, onde prendeu os funcionários, que encontrou e arrebentou o telegráfo, cortando a possibilidade de qualquer comunicação para com as outras localidades. A outra ala seguiu para à Rua de Cima ( atual Praça da Bandeira ) chegando ao velho Quartel e o cangaceiro líder daquela ala assassinou sete soldados que estavam de plantão.
Valente, “a cidade que passou a noite acordada esperando Lampião”, será o quarto município da turnê no dia 06/11. Na noite em que Lampião invadiu Queimadas, aterrorizando toda a população, um mensageiro chegou em Valente avisando que Virgulino estaria a caminho da cidade. Muitos moradores fugiram para o mato, outros se trancaram em suas casas e não dormiram naquela noite esperando Lampião chegar.
Por fim, Jacobina, no dia 07/11, a cidade que Lampião, “estrategista cheio de artes e manhas, se livrou de cair em arapuca perigosa e de ser pego pelas forças do governo quando se recusou a descer as serras que cercam Jacobina. Temia que, mergulhando nessas profundezas abissais, ficasse vulnerável aos inimigos”, afirma o jornalista Rogério Menezes.
Esta é nossa segunda turnê, desde a estreia em 09 de abril de 2009, graças ao apoio financeiro da Fundação Cultural do Estado da Bahia, Fundo de Cultura, Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, Secretaria da Fazenda, Governo da Bahia.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
ENSAIO QUINTA-FEIRA!!!
Olá, companheiros. A circulação se aproxima. Estamos no aguardo das últimas coordenadas da Funceb (leia-se recursos de infraestrutura). Para isso, marcamos ensaio para quinta-feira, dia 21/10, às 18:30, na sede da Fundação Cultural de Ilhéus, auditório Fernando Leite Mendes. Não faltem. Precisamos colocar o pé na estrada. Um abraço.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
CANGAÇO, RUMO AO TRIÊNIO!!!
Há quase dois anos estamos em cartaz com o espetáculo Cangaço. Ganhamos três prêmios, graças ao empenho de todos. Recebemos proposta para apresentar o espetáculo em Uberlândia, MG. Se essas apresentações de fato ocorrerem (e estão previstas para abril de 2011) completaremos 03 anos. Obrigado a todos que nos acompanharam e acreditaram no nosso trabalho. Dentre de mais alguns dias estarei postando as datas dos ensaios preparativos para a turnê que começa no dia 03 de novembro de 2010.
sábado, 18 de setembro de 2010
EM OUTUBRO COMEÇAM OS PREPARATIVOS PARA A TURNÊ PELO AGRESTE BAIANO
Após a semana da criança, o Grupo Teatro Total retoma os ensaios do espetáculo Cangaço. Haverá pequenas modificações em algumas cenas para enriquecer ainda mais a peça. Outro elemento que também deverá sofrer alterações é o cenário, sobretudo a casa do coiteiro Antônio de Pissara para que possa ser adaptado às viagens.
O figurino também irá ser modificado. O cáqui dará lugar ao azul claro, desbotado, para aproximar ainda mais do vestuário do bando em 1938. É claro que todas estas modificações só serão possíveis assim que a Funceb cumprir com sua parte no Edital Jurema Penna de Apoio à Circulação de Teatro no Estado da Bahia. Esperamos que não haja mais nenhum atraso em relação ao TAC, haja visto que já tivemos que adiar a turnê por duas vezes consecutivas.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
CONFIRMADA! NOSSA TURNÉE PELO AGRESTE BAIANO COMEÇA EM NOVEMBRO
A FUNCEB/SECULT já solicitou as diligências necessárias para a assinatura do TAC. Será solicitado um novo cronograma de apresentações que deverá ser cumprido. Já enviamos às cidades participantes do projeto uma solicitação de pauta.
Neste novo cronograma, apenas invertemos o roteiro. Ao invés de começar por Valente, desta vez iremos começar por Aporá. Haverá mudança em dois locais de apresentação, pois os mesmo não estão com as datas que a produção solicitou. Acompanhe:
Dia 03/11 - Aporá
Dia 04/11 - Monte Santo
Dia 05/11 - Queimadas
Dia 06/11 - Valente
Dia 07/11 - Jacobina
Entonces, cangaceiros. Aprontem suas malas. Nossa viagem começa no feriado do dia 02/11 e retornaremos a Ilhéus no dia 08/11, bem cedinho. Agora é pra valer!
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